quarta-feira, 28 de junho de 2017

ANDANDO SOZINHO POR AQUI? SEXAGÉSIMO SEXTO DIA



Sexagésimo sexto dia.

Hoje acordei e estava chovendo. Putz! Vou ter que levar a M na oficina debaixo de chuva, estou lascado. Espera um pouquinho ai. Voltei para a cama e dprmi até a chuva passar (risos). Melhor assim..

Acordei novamente, tomei café. Escrevi o Blog, ainda acho que pulei um dia. Mas ninguém falou nada.

Hoje pela manhã, comecei a arrumar minhas coisas para a viagem de volta.Surpresa! Acho que não vão caber as coisas que comprei. Tenho que comprar uma bolsa impermeável. As bolsas que eu trouxe não são, ai corro o risco de sujar o que comprei. Para fechar o top case tive sentar em cima (risos). Não foi muita coisa não, mas não esta cabendo o que eu trouxe e o que comprei. Arrumei uma mala lateral, agora só sobrou uma. Tem ainda um monte de coisas e o notebook para guardar. É realmente vou ter que comprar a bolsa;

Saí para levar a motocicleta na oficina. Fiquei preocupado em não saber chegar lá, pois todas as vezes que fui foi com o Rangel de carro ou ele na frente e eu acompanhando. Muito tranquilo. Uma vantagem que tenho é memória fotográfica,. Passo em um lugar mais de uma vez e já sei onde estou. Cheguei na oficina e um pouco antes a embreagem ficou frouxa. A hora de colocar primeira a moto apagou. Tive que ficar alecateando a embreagem. Lembram do alicateando não é. É a expressão que o Catarina Nilton usa para falar que ficou apertando insistentemente a embreagem. Pensei comigo. Que bom, agora o cara vai ver que não é frescura minha. Cheguei na oficina e a embreagem estava perfeita. Vai entender.

Deixei a moto lá e fui com o Rangel almoçar em um restaurante brasileiro. Depois fui com ele em um lugar maravilhoso. Estradinha cortando a floreta. Show.Amanhã tem mais;


Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              
Vejam as fotos:






                                                                                                                      



terça-feira, 27 de junho de 2017

E ESSA EMBREAGEM HEIM? SEXAGÉSIMO QUINTO DIA




Sexagésimo quinto dia.

Ah! Como é bom acordar tarde. A parte ruim é que o dia passa rápido.

Hoje Rangel me buscou e me levou a uma loja para eu comprar algumas coisas que vou levar para o Brasil. Comprei camisas e bermudas para mim e para o Fellipe. Tive que sair rápido da loja. Espera ai. Não é o que vocês estão pensando. Muita coisa barata, não tenho como levar na moto. Despachar nãoé barato e corro o risco de sofrer taxação no Brasil. Então é melhor comprar pouco. A M agradece e meu bolso também (risos).

Depois das compras Leo, o bonito, foi me buscar. Voltamos ao escritório do Rangel e de lá fomos eu e ele buscar a M. Afinal de contas os mecânicos tinham ligado e falado que a moto estava pronta.

Nossa grande esperança, minha e do Rangel é que finalmente a moto esteja consertada. Chegamos e fiz um test drive ali por perto. Parece que está boa. Mas falei para o atendente que das outras vezes a situação foi a mesma. Na loja ela é perfeita, depois de um certo tempo a embreagem volta a ficar frouxa.

Saímos de lá. Rangel em seu carro e eu na M. Na volta em alguns momentos, senti a embreagem frouxa. Pensei comigo. Ah! Deve ser impressão minha. Mais alguns quilômetros e percebi novamente ela frouxa. Não acredito.

Chegamos ao escritório novamente e Rangel me levou para conhecer um condomínio a beira-mar Show o lugar. De lá da para ver Long Island City que é o mais ocidental bairro do borough do Queens, na cidade estadunidense de Nova Iorque. É caracterizado por seu ambiente de nobreza rural, seus parques à beira-mar e próspera comunidade artística, segundo a Wikipédia.

Na volta para casa, minha suspeita se confirmou. A embreagem não ficou boa. Amanhã cedo vou retornar a oficina e ver como vamos fazer. Não sei se o mecânico da BMW de Salt Lake City estava com a razão, mesmo sem desmontar a moto. Mas tudo indica que sim. Vamos ver.

Agora pela manhã Li o blog do Gaúcho. O camarada passou aperto em uma estrada no deserto, aqui nos EUA. A bomba de gasolina dele queimou. Vejam a história dele no blog http://goalaska2017.blogspot.com.br/2017/06/57-dia-destino-albuquerque-novo-mexico.html?m=1 é quase aterrorizante. Mas graças a DEUS, tudo deu certo do final.

Enquanto isso Nilton e Ricardo, já chegaram aos EUA. Estão andando rápido. Estou no aguardo dos dois.





Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              

                                                                                                                      



segunda-feira, 26 de junho de 2017

HAVE A NICE DAY– SEXAGÉSIMO QUARTO DIA




Sexagésimo quarto dia.

Mais um dia para agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade e estar me abençoando nessa minha aventura. Não me canso de agradecer.

Hoje vou rever a Carlinha. Fazem mais de 13 anos que não a vejo. Da última vez ela ainda trabalhava na Funed na APC, junto com a Grasiela, Dasy e Lili.

Acordei tarde. Nossa! Estou batendo meus recordes de ficar na cama. Mas esta sendo bom, pois semana que vem retorno a rotina de andar de moto, das sete às dezoito horas. Enfin, não é hora para me preocupar com isso agora.

Carlinha chegou com a família e como não podia deixar de ser, foi logo de chamando de louco. Como assim, vir de moto do Brasil até aqui? Foi a primeira pergunta que fez, depois de me dar um abraço.

Como é bom sentir que as pessoas apesar da distância, guardam um carinho por você. Junto com ela, chegaram o Rodrigo, seu marido. João e Lucas seus filhos e Isadora sua cunhada. Família bonita também viu.

Em nossas conversar relembramos os tempos de Funed, dos meninos do núcleo de informática, das festas, das amizades. Bons tempos aqueles.

Uma coisa que comentei com o Rangel e ele falou que isso aqui é normal, é como os brasileiros que aqui residem a mais tempo, misturam palavras em inglês no meio das frases. É muito doido. De repente estão falando eu know que vai ser pequeno (risos) chega a ser cômico. Mas entendo que faz parte essa mistura de idiomas.

Hoje foi muito bom. Todo dia que escrevo fico com a sensação que pulei um dia. Acho que é porque nos textos anteriores, escrevia no mesmo dia e agora escrevo no dia seguinte. Muito estranho, espero que vocês entendam.

Nilton me ligou hoje de madrugada. Devem chegar aqui na sexta. Estão bem, cerca de 220 Km da fronteira com os EUA. A saudade do Brasil é grande, da minha mãe, do meu filho, dos meus irmãos e sobrinhos e dos meus amigos.


Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              
                                                                                                                      



domingo, 25 de junho de 2017

UMA DIA BRASILEIRO– SEXAGÉSIMO TERCEIRO DIA





Sexagésimo terceiro dia.

Cada dia que passo aqui, aproveito mais, tanto da cama (risos), estou acordando cada dia mais tarde, das cidades aqui por perto, da cultura desse país e é claro do carinho de todos que são amigos do Rangel, Grasiela e da Manuela.

Hoje à noite vamos fazer um churrasco. Que delícia. Comer uma carninha não vai ser nada mal. Só comi carne assim em Acapulco no México, no quadragésimo primeiro dia de nossa aventura e é claro junto com a carne vai ter aquela cerveja gelada.

De manhã fomos comprar as coisas e ficar de bobeira enquanto Grasi prepara o arroz, vinagrete e doces para mais tarde.

Aproveitei a tarde para tirar uma soneca. Nossa! Não lembro o dia que fiz isso nos últimos dois meses. Muito bom.

Hoje também foi dia de receber o capacete e o intercomunicador que comprei aqui. Fiquei igual criança. Uma sensação muito boa.

Á noite chegaram os amigos do Rangel, Grasi e Manu. Foi muito bom conhecê-los. Aqui apareceu um guaxinim, fez um alvoroço quando apareceu. Mas não ficou para a festa.

Toda vez que o Rangel fala que cheguei aqui de moto as pessoas se espantam. Todos tem curiosidade de saber como passei da América do Sul para a América Central. Se há exigência de visto para entrar nos países como há aqui nos EUA. Se na América Central tive problemas com bandidos. Se é perigoso viajar de moto. Qual a cidade mais bonita. Qual cerveja é a mais gostosa e por ai vai. Iria ficar aqui escrevendo até amanhã. Mas amanhã vai ser outro dia. Amanhã vou rever a Carlinha que mora aqui perto e também trabalhou comigo na Funed.

Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              

Vejam as fotos:





























sábado, 24 de junho de 2017

TRAVA LÍNGUA– SEXAGÉSIMO SEGUNDO DIA







Sexagésimo segundo dia.


Sobre o texto de ontem, recebi diversas mensagens no ZAP. Vejo que minha audiência tem aumentado (risos). Só tenho a agradecer a todos que me acompanham e emitem sua opinião sobre o que escrevo. Para matar o assunto de ontem, sei que a mudança de comportamento, não é imediata, se educarmos nossos filhos para essa mudança, com certeza o filho dos nossos filhos vão aproveitar um Brasil melhor.

Sobre o dia de hoje, foi bem diferente. Estava esperando que o Leo amigo do Rangel, viesse me buscar para que resolvêssemos uma pendência de ontem. Estou relembrando meus tempos de Funed, quando a tecnologia dava uma surra na gente.

Já que o Leo não apareceu e nem ligou, acabei indo com o Rangel, fazer umas entregas em New Jersey, que fica a cerca de 144 milhas daqui. Pela primeira vez dirigi uma truck aqui, muito legal, sem falar que as estradas aqui são espetaculares e o visual então nem se fala.

Chegamos ao nosso destino e lá vai eu carregar pedra (risos) estão achando que é só diversão? Não! (risos) Meu nome também é trabalho aqui nos States. Brincadeiras a parte, só dei uma ajudinha ao Rangel, voltamos para Stratford, pois tínhamos um compromisso com alguns amigos.

Na volta o GPS, nos mandou para outro lugar. Ri demais, com o Rangel preocupado com o que eu estava pensando, pois já são mais de uma década que ele mora aqui e ainda errava o caminho de casa (risos). Foi até bom, passamos por uma rodovia que atravessava uma floresta, espetacular a paisagem.

Outra coisa que gostaria de comentar é a dificuldade da língua. Já falei que estou me virando, mas seria muito importante que além do meu inglês colegial pudesse entender mais o que as pessoas falam por aqui. Por isso quando voltar ao Brasil, vou aprender um pouco mais e quem sabe não ficar boiando e inibido em falar inglês na próxima vez que voltar aos EUA. Para isso vou contar com a ajuda do Belúcio, que já prometeu me ajudar. Caso alguém se interesse segue ai o face dele https://www.facebook.com/haibara.idiomas/. Vejam lá as oportunidades que ele nos oferece.

Chegamos em casa e fomos tomar uma gelada para relaxar. Foi muito bom conhecer o Tardeli, Ed, Sidão e Fabiano. Agora é descansar e aproveitar o dia de amanhã.


Beijos fiquem com Deus.


Vejam as fotos: