Hoje acordei com barulho de chuva e carros. Não era o que esperava, pois ontem a noite, não tinha sinais de chuva. Mas fazer o que né?
Saímos do hotel, deixei mais uma grana lá por ter perdido a chave. Dureza foram 20.000 pesos e é claro que o clamor externo, perguntou em alto e bom som. Essa vai para o blog né?
Saímos debaixo de uma chuvinha fina e fria em direção ao despachante que o Nilton, já vem conversando desde o ano passado e para falar a verdade foi a nossa salvação.
Chegamos e fomos muito bem recebidos pela Verônica. Papéis preenchidos, assinados, com nossas digitais e então partimos, primeiro em direção a um hotel perto e depois em direção ao aeroporto de Bogotá, precisamente no terminal de cargas.
Chegamos e encontramos com Libardo Rodrigués, que já nos esperava. Para resumir a história, foram quase doze horas de espera para finalmente ver a moto embalada, para amanhã ser desembarcada no Panamá.
Saímos do terminal de cargas e fomos direto ao aeroporto, comprar as passagens para também irmos ao Panamá, buscar as motos e seguir viagem.
Amanhã vou conhecer mais um pedaço da América, agora deixando para trás a América do Sul e partindo para a América Central.
Beijos fiquem com Deus.
Vejam as fotos:






























