quinta-feira, 29 de junho de 2017

FOTOS DO MÉXICO



























































































































































POR QUE NÃO FICA AÍ? SEXAGÉSIMO SÉTIMO DIA




Sexagésimo sétimo dia.

Meus dias aqui com essa família maravilhosa estão chegando ao fim. Já vou começar a agradecer desde agora, pois acho que não conseguir transmitir em palavras tudo de bom que senti desde o primeiro dia que cheguei à casa do Rangel, Grasiela e Manuela. Deus foi muito bom para mim, me trazendo para cá. Obrigado meu Deus, também não me canso de agradecer a oportunidade que Ele me deu.

Falar, escrever, dizer obrigado é pouco, pelo carinho dos três. Nunca me senti tão bem em uma casa que não fosse de minha família ou na minha. Aqui me sinto como se estivesse em casa. Obrigado! Obrigado! Obrigado!

Aqui meus dias nunca são iguais. Acordei bem cedo para ir com o Rangel a Nova York, precisamente em Manhattan, para finalizar um serviço.

Manhattan é o mais antigo e mais densamente povoado dos cinco boroughs que formam a cidade de Nova Iorque. Localizado primariamente na Ilha de Manhattan, que fica na foz do Rio Hudson, os limites do borough coincidem com os do condado de Nova Iorque, um condado original do estado de Nova Iorque. Manhattan e o condado de Nova Iorque consistem da Ilha de Manhattan e de várias outras pequenas ilhas adjacentes: Roosevelt Island, Randall's Island, Wards Island, Governors Island, Liberty Island, parte de Ellis Island,e  U Thant Island; assim como Marble Hill, uma pequena seção continental de terra, adjacente ao The Bronx. A cidade de Nova Iorque começou no extremo sul de Manhattan, se expandiu para o norte, e então, entre 1874 e 1898, incorporou terras dos condados ao seu redor, isso segundo a Wikipédia, para mim a descrição é que ela é simplesmente linda. Ruas largas, muitos carros. Passamos pela 5th Avenue, Central Park, muito legal.

Voltamos para Stratford, já no final da tarde. Minha expectativa é que o Rick ligue para o Rangel e fale que a motocicleta ficou pronta. Mas não foi dessa vez, vamos esperar amanhã.

Tenho recebido muitas mensagens no WhatsApp e no Facebook me parabenizando pela viagem. Algumas me perguntando como é aqui e outras falando para eu não voltar ao Brasil (risos). Bem que gostaria, mas a saudade da família é enorme e o dinheiro é curto. Mas uma coisa é certa, voltarei para passar uma temporada.

Nilton e Ricardo já estão perto daqui. Estou sentindo saudades da gauchada. Engraçado, a menos de dois meses não conhecia nenhum dos dois e já estou com saudades deles. Vejo no mapa que eles têm andando muito por essas estradas maravilhosas. Não sei se vou estar no ritmo deles, afinal de contas já são mais de dez dias que não ando tanto tempo de moto. Mas com certeza depois de umas horas não vou ficar para trás.


Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

ANDANDO SOZINHO POR AQUI? SEXAGÉSIMO SEXTO DIA



Sexagésimo sexto dia.

Hoje acordei e estava chovendo. Putz! Vou ter que levar a M na oficina debaixo de chuva, estou lascado. Espera um pouquinho ai. Voltei para a cama e dprmi até a chuva passar (risos). Melhor assim..

Acordei novamente, tomei café. Escrevi o Blog, ainda acho que pulei um dia. Mas ninguém falou nada.

Hoje pela manhã, comecei a arrumar minhas coisas para a viagem de volta.Surpresa! Acho que não vão caber as coisas que comprei. Tenho que comprar uma bolsa impermeável. As bolsas que eu trouxe não são, ai corro o risco de sujar o que comprei. Para fechar o top case tive sentar em cima (risos). Não foi muita coisa não, mas não esta cabendo o que eu trouxe e o que comprei. Arrumei uma mala lateral, agora só sobrou uma. Tem ainda um monte de coisas e o notebook para guardar. É realmente vou ter que comprar a bolsa;

Saí para levar a motocicleta na oficina. Fiquei preocupado em não saber chegar lá, pois todas as vezes que fui foi com o Rangel de carro ou ele na frente e eu acompanhando. Muito tranquilo. Uma vantagem que tenho é memória fotográfica,. Passo em um lugar mais de uma vez e já sei onde estou. Cheguei na oficina e um pouco antes a embreagem ficou frouxa. A hora de colocar primeira a moto apagou. Tive que ficar alecateando a embreagem. Lembram do alicateando não é. É a expressão que o Catarina Nilton usa para falar que ficou apertando insistentemente a embreagem. Pensei comigo. Que bom, agora o cara vai ver que não é frescura minha. Cheguei na oficina e a embreagem estava perfeita. Vai entender.

Deixei a moto lá e fui com o Rangel almoçar em um restaurante brasileiro. Depois fui com ele em um lugar maravilhoso. Estradinha cortando a floreta. Show.Amanhã tem mais;


Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              
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terça-feira, 27 de junho de 2017

E ESSA EMBREAGEM HEIM? SEXAGÉSIMO QUINTO DIA




Sexagésimo quinto dia.

Ah! Como é bom acordar tarde. A parte ruim é que o dia passa rápido.

Hoje Rangel me buscou e me levou a uma loja para eu comprar algumas coisas que vou levar para o Brasil. Comprei camisas e bermudas para mim e para o Fellipe. Tive que sair rápido da loja. Espera ai. Não é o que vocês estão pensando. Muita coisa barata, não tenho como levar na moto. Despachar nãoé barato e corro o risco de sofrer taxação no Brasil. Então é melhor comprar pouco. A M agradece e meu bolso também (risos).

Depois das compras Leo, o bonito, foi me buscar. Voltamos ao escritório do Rangel e de lá fomos eu e ele buscar a M. Afinal de contas os mecânicos tinham ligado e falado que a moto estava pronta.

Nossa grande esperança, minha e do Rangel é que finalmente a moto esteja consertada. Chegamos e fiz um test drive ali por perto. Parece que está boa. Mas falei para o atendente que das outras vezes a situação foi a mesma. Na loja ela é perfeita, depois de um certo tempo a embreagem volta a ficar frouxa.

Saímos de lá. Rangel em seu carro e eu na M. Na volta em alguns momentos, senti a embreagem frouxa. Pensei comigo. Ah! Deve ser impressão minha. Mais alguns quilômetros e percebi novamente ela frouxa. Não acredito.

Chegamos ao escritório novamente e Rangel me levou para conhecer um condomínio a beira-mar Show o lugar. De lá da para ver Long Island City que é o mais ocidental bairro do borough do Queens, na cidade estadunidense de Nova Iorque. É caracterizado por seu ambiente de nobreza rural, seus parques à beira-mar e próspera comunidade artística, segundo a Wikipédia.

Na volta para casa, minha suspeita se confirmou. A embreagem não ficou boa. Amanhã cedo vou retornar a oficina e ver como vamos fazer. Não sei se o mecânico da BMW de Salt Lake City estava com a razão, mesmo sem desmontar a moto. Mas tudo indica que sim. Vamos ver.

Agora pela manhã Li o blog do Gaúcho. O camarada passou aperto em uma estrada no deserto, aqui nos EUA. A bomba de gasolina dele queimou. Vejam a história dele no blog http://goalaska2017.blogspot.com.br/2017/06/57-dia-destino-albuquerque-novo-mexico.html?m=1 é quase aterrorizante. Mas graças a DEUS, tudo deu certo do final.

Enquanto isso Nilton e Ricardo, já chegaram aos EUA. Estão andando rápido. Estou no aguardo dos dois.





Beijos fiquem com Deus.
                                                                                                              

                                                                                                                      



segunda-feira, 26 de junho de 2017

HAVE A NICE DAY– SEXAGÉSIMO QUARTO DIA




Sexagésimo quarto dia.

Mais um dia para agradecer a Deus por ter me dado a oportunidade e estar me abençoando nessa minha aventura. Não me canso de agradecer.

Hoje vou rever a Carlinha. Fazem mais de 13 anos que não a vejo. Da última vez ela ainda trabalhava na Funed na APC, junto com a Grasiela, Dasy e Lili.

Acordei tarde. Nossa! Estou batendo meus recordes de ficar na cama. Mas esta sendo bom, pois semana que vem retorno a rotina de andar de moto, das sete às dezoito horas. Enfin, não é hora para me preocupar com isso agora.

Carlinha chegou com a família e como não podia deixar de ser, foi logo de chamando de louco. Como assim, vir de moto do Brasil até aqui? Foi a primeira pergunta que fez, depois de me dar um abraço.

Como é bom sentir que as pessoas apesar da distância, guardam um carinho por você. Junto com ela, chegaram o Rodrigo, seu marido. João e Lucas seus filhos e Isadora sua cunhada. Família bonita também viu.

Em nossas conversar relembramos os tempos de Funed, dos meninos do núcleo de informática, das festas, das amizades. Bons tempos aqueles.

Uma coisa que comentei com o Rangel e ele falou que isso aqui é normal, é como os brasileiros que aqui residem a mais tempo, misturam palavras em inglês no meio das frases. É muito doido. De repente estão falando eu know que vai ser pequeno (risos) chega a ser cômico. Mas entendo que faz parte essa mistura de idiomas.

Hoje foi muito bom. Todo dia que escrevo fico com a sensação que pulei um dia. Acho que é porque nos textos anteriores, escrevia no mesmo dia e agora escrevo no dia seguinte. Muito estranho, espero que vocês entendam.

Nilton me ligou hoje de madrugada. Devem chegar aqui na sexta. Estão bem, cerca de 220 Km da fronteira com os EUA. A saudade do Brasil é grande, da minha mãe, do meu filho, dos meus irmãos e sobrinhos e dos meus amigos.


Beijos fiquem com Deus.